Aspectos prognósticos do diabetes mellitus tipo 1
medicina
estudo dirigido
trabalho publicado dia 30/10/2007
ainda não avaliado
nível : expert
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O Diabetes Mellitus Tipo 1(DM1) é o resultado do ataque autoimume conta as células beta pancreáticas. Está incluída em 5 a 10% das patologias diabéticas e associada com alta freqüência de complicações agudas e crônicas, intervindo na qualidade e expectativa de vida dos pacientes.
20 a 30% dos pacientes com DM1 desenvolvem nefropatia diabética, evoluindo para doença renal terminal podendo necessitar futuramente de um transplante renal, resultando em altas taxas de mortalidade atingindo 26 a 44% dos pacientes.
Quanto maior o tempo de início do diabetes, maior a prevalência de retinopatia diabética. No DM1 essa prevalência chega a 98% dos pacientes com mais de 15 anos de evolução da doença. A neuropatia diabética ocorre em aproximadamente em 50% dos indivíduos com DM1 de longa duração relacionada com défict de controle glicêmico.
A cetoacidose diabética se mostrou uma complicação de emergência, sendo importante causa de morbidade com pior prognóstico nos extremos de idade. Ficou evidenciado que grande parte dos diabéticos podem desenvolver depressão chegando a afetar 48% dos indivíduos. Um estudo afirma que durante os 10 primeiros anos após se ter diagnosticado DM1 com idade de 20 anos, 48% dos pacientes desenvolveram algum tipo de distúrbio psíquico.
O transplante de ilhotas pancreáticas tem melhorado grandemente a qualidade de vida dos pacientes, fazendo com que haja a diminuição das crises hiperglicêmicas e as complicações freqüentes do DM. O uso da bomba de insulina também reduziu a dose de insulina. Essas medidas ainda estão em estudo para proporcionar um melhor prognóstico dos pacientes com DM1, não sendo administrada ainda na prática clínica diária, alem da complexidade e dos cuidado
20 a 30% dos pacientes com DM1 desenvolvem nefropatia diabética, evoluindo para doença renal terminal podendo necessitar futuramente de um transplante renal, resultando em altas taxas de mortalidade atingindo 26 a 44% dos pacientes.
Quanto maior o tempo de início do diabetes, maior a prevalência de retinopatia diabética. No DM1 essa prevalência chega a 98% dos pacientes com mais de 15 anos de evolução da doença. A neuropatia diabética ocorre em aproximadamente em 50% dos indivíduos com DM1 de longa duração relacionada com défict de controle glicêmico.
A cetoacidose diabética se mostrou uma complicação de emergência, sendo importante causa de morbidade com pior prognóstico nos extremos de idade. Ficou evidenciado que grande parte dos diabéticos podem desenvolver depressão chegando a afetar 48% dos indivíduos. Um estudo afirma que durante os 10 primeiros anos após se ter diagnosticado DM1 com idade de 20 anos, 48% dos pacientes desenvolveram algum tipo de distúrbio psíquico.
O transplante de ilhotas pancreáticas tem melhorado grandemente a qualidade de vida dos pacientes, fazendo com que haja a diminuição das crises hiperglicêmicas e as complicações freqüentes do DM. O uso da bomba de insulina também reduziu a dose de insulina. Essas medidas ainda estão em estudo para proporcionar um melhor prognóstico dos pacientes com DM1, não sendo administrada ainda na prática clínica diária, alem da complexidade e dos cuidado

