«Diabetes tipo 1 : Ocorre devido a destruição das células ß do pâncreas, que produz a insulina. Por isso, requer o uso de insulina no tratamento. ...» Extrato do trabalho
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01/10/2006
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Diabetes tipo 1 : Ocorre devido a destruição das células β do pâncreas, que produz a insulina. Por isso, requer o uso de insulina no tratamento.
Representa aproximadamente 10% do total de quem tem diabetes. Aparece de forma abrupta em crianças. Ocorre devido a destruição das células β do pâncreas, que produz a insulina. Por isso, requer o uso de insulina no tratamento.
Representa aproximadamente 10% do total de quem tem diabetes. Aparece de forma abrupta em crianças.
Diabetes tipo 2 : Aparece em adultos, geralmente após os 35 anos de idade, com poucos sinais e sintomas(as vezes até ausentes) o que permite a evolução do diabetes por muitos anos sem diagnósticos, razão pela qual pode passar despercebido, em media por até 5 anos. Existem outras formas de diabetes, como a gestacional, a provocada pelo uso de medicamentos ou por outras doenças do pâncreas( tumores etc).
Em sua maioria é tratado com comprimidos, mas pode também requerer o uso de insulina para que o paciente possa ter uma melhor qualidade de vida
«Introdução O diabetes insípido (DI) é uma síndrome poliúrica decorrente da ausência total ou deficiência parcial na síntese do hormônio ...» Extrato do trabalho
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16/08/2007
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Introdução
O diabetes insípido (DI) é uma síndrome poliúrica decorrente da ausência total ou deficiência parcial na síntese do hormônio antidiurético (ADH) - também conhecido como arginina vasopressina (AVP) - ou da sua diminuição da sensibilidade renal à AVE No primeiro caso, temos o chamado DI neurogênico, também dito central, hipotalâmico, craniano ou responsivo à vasopressina.
No segundo, temos o DI nefrogênico ou não-responsivo à AVE De acordo com a magnitude do distúrbio na produção ou ação do ADH, o DI pode também ser classificado como parcial ou completo
Quantitativamente, o DI se caracteriza por um volume urinário > 50 ml/kg/dia, osmolalidade urinária < 300 mOsm/kg e densidade urinária < 1,0 10.
A AVP é sintetizada pelos neurônios magnocelulares e parvocelulares, localizados nos núcleos paraventriculares e supra-ópticos hipotalâmicos, sendo armazenado na hipófise posterior.
Os principais tipos de DI estão especificados no Quadro 4-1. O DI neurogênico ou central é a forma mais comum, respondendo por 80-85% dos casos.
Diabetes Insípido Central
Etiologia
Pode decorrer de causas adquiridas e hereditárias, com nítido predomínio das primeiras (responsáveis por cerca de 99% dos casos).
Causas hereditárias - (a) por herança autossômica dominante: DI central familiar, decorrente da degeneração dos neurônios que sintetizam o ADH nos núcleos supra-óptico e paraventricular (é rara e se inicia na infância); (b) por herança autossômica recessiva: o melhor exemplo é o da síndrome de Wolfram, em que, além de diabetes insípido (presente em um terço dos casos), temos o diabetes mellitus, atrofia óptica e surdez (daí a sigla inglesa DIDMOAD para esta síndrome). Ataxia cerebelar, sintomas psiquiátricos diversos e alterações da anatomia renal são outros elementos que poderão estar presentes.
«Diabetes mellitus insulino-dependente (DMID) tipo I. Diabetes mellitus não insulino-dependente (DMNID) tipo II. Diabetes Sumario ...» Extrato do trabalho
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19/09/2007
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O diabetes melittus é a doença endócrina mais comum e é tão antiga quanto a própria humanidade. A sua distribuição é mundial e sua freqüência se localiza provavelmente entre 1% a 2% da população. É uma doença crônica que se caracteriza por hiperglicemia conseqüente a anormalidades no metabolismo dos carboidratos, proteínas e lipídios, e é acompanhada por acentuada propensão a desenvolver formas específicas da doença: renal, ocular, neurológica, cardiovascular.
As manifestações fisiopatológicas do diabetes são decorrentes da ação inadequada da insulina. Para compreensão da fisiopatologia faremos rápida revisão da ação da insulina:
metabolismo dos glicídios e lipídios - atua sobre a membrana das células musculares e adiposas facilitando a penetração da glicose. No adipócito promove a síntese de triglicerídios e inibe a lipólise;
metabolismo das proteínas - é importante hormônio anabolizante, inibindo o catabolismo protéico.
As manifestações fisiopatológicas do diabetes são decorrentes da ação inadequada da insulina. Para compreensão da fisiopatologia faremos rápida revisão da ação da insulina:
metabolismo dos glicídios e lipídios - atua sobre a membrana das células musculares e adiposas facilitando a penetração da glicose. No adipócito promove a síntese de triglicerídios e inibe a lipólise;
metabolismo das proteínas - é importante hormônio anabolizante, inibindo o catabolismo protéico.
- Diabetes mellitus insulino-dependente (DMID) tipo I
- Diabetes mellitus não insulino-dependente (DMNID) tipo II
«+---- DIAGNOSTICO DE DIABETES MELLITUS TIPO 2 | +--- RESUMO Diabetes e alterac ...» Extrato do trabalho
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30/10/2007
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Diabetes e alterações da tolerância à glicose são freqüentes na população adulta e estão associados a um aumento da mortalidade por doença cardiovascular e complicações microvasculares. O diagnóstico destas situações deve ser feito precocemente, utilizando métodos sensíveis e acurados, já que mudanças no estilo de vida e a correção da hiperglicemia podem retardar o aparecimento do diabetes ou de suas complicações. O teste método de referência, é considerando a medida da glicose plasmática em jejum, considerando-se como diabetes ou glicose alterada em jejum quando os valores forem ≥ 126mg/dl ou ≥ 110 e <126mg/dl, respectivamente. O teste oral de tolerância à glicose pode ser realizado, considerando-se a presença de diabetes ou tolerância à glicose diminuída quando a glicose plasmática de 2h após a ingestão de 75g de glicose for ≥ 200mg/dl ou ≥ 140 e <200mg/dl, respectivamente. A medida da hemoglobina glicosilada não deve ser utilizada para o diagnóstico, mas é o método de referência para avaliar o grau de controle glicêmico a longo prazo. A classificação etiológica proposta atualmente para o diabetes melito inclui 4 categorias: diabetes melito tipo 1, diabetes melito tipo 2, outros tipos específicos de diabetes e diabetes gestacional. A classificação do paciente é usualmente feita em bases clínicas.
«Conceito de Diabetes Mellitus. Patogenia básica do DM. Epidemiologia do DM. Fatores de risco para desenvolvimento de DM 2. Dx do ...» Extrato do trabalho
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09/10/2006
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+ Conceito de Diabetes Mellitus :
¤É um distúrbio crônico, caracterizado pelo comprometimento do Metabolismo da GLICOSE e de outras substâncias produtoras de energia, bem como, pelo desenvolvimento tardio de complicações vasculares ( que afetam os vasos de pequeno e grande calibres ) e neuropáticas.
OU
¤Síndrome clínica com múltiplos componentes inter-relacionados:
¤Componente Metabólico: alteração do metabolismo da glicose, lipídios e proteínas.
¤Componente Vascular: macroangiopatia e microangiopatia
¤Componente Neuropático: Degeneração axonal e desmielinizante
+Patogenia básica do DM
¤Deficiência total ou parcial da produção de insulina pelas células beta
¤Resistência à ação da insulina
¤ aumento a produção de glicose hepática (neoglicogênese)
- Conceito de Diabetes Mellitus
- Patogenia básica do DM
- Epidemiologia do DM
- Fatores de risco para desenvolvimento de DM 2
- Dx do DM 2
- Complicações crônicas do DM
- Pé diabético (PD)
- Neuropatia (Paneuropatia)
- Angiopatia
- Quais são os pacientes de risco ?
- Tratamento
- Ulcerações - classificação de wagner, 1981
- Amputação
- Técnicas para desarticulação do Joelho
- Desarticulação do quadril
«A definição mais aceita para o diabetes mellitus gestacional (DMG) é a intolerância aos carboidratos de gravidade variável, de início ou primeiro ...» Extrato do trabalho
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15/06/2008
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A definição mais aceita para o diabetes mellitus gestacional (DMG) é a intolerância aos carboidratos de gravidade variável, de início ou primeiro reconhecimento na gestação . Quase sempre, o DMG surge quando existe resistência insulínica significativa, um estado semelhante ao DM2. A prevalência de DMG varia de 1 a 14%.
Diabetes gestacional
Patogênese ainda não claramente delineada;
Resistência insulínica;
Diminuição da reserva insulínica.
Grupo de gestação de alto risco;
Associado à gravidez eleva os níveis de morbimortalidade perinatal ;
Inicialmente descrita na década de 1940.
«Definir o Diabetes Mellitus ( DM ) Classificar o DM Identificar DM tipo Ie II Interpretar a Fisiopatologia do DM Interpretar o Diagnóstico Clínico e ...» Extrato do trabalho
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08/10/2007
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Definir o Diabetes Mellitus ( DM )
Classificar o DM
Identificar DM tipo I e II
Interpretar a Fisiopatologia do DM
Interpretar o Diagnóstico Clínico e Laboratorial do DM
Enumerar e explicar complicações crônicas do DM
Definir Diabetes Insípidos
É um distúrbio crônico, caracterizado pelo comprometimento do Metabolismo da GLICOSE e de outras substâncias produtoras de energia, bem como, pelo desenvolvimento tardio de complicações vasculares ( que afetam os vasos de pequeno e grande calibres ) e neuropáticas.
OU
Síndrome clínica com múltiplos componentes inter-relacionados:
Componente Metabólico: alteração do metabolismo da glicose, lipídios e proteínas.
Componente Vascular: macroangiopatia e microangiopatia
Componente Neuropático: Degeneração axonal e desmielinizante
« ASPECTOS PROGNOSTICOS DO DIABETES MELLITUS TIPO 1 Quanto maior o tempo de inicio do diabetes, maior a prevalencia de retinopatia diabetica. ...» Extrato do trabalho
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30/10/2007
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O Diabetes Mellitus Tipo 1(DM1) é o resultado do ataque autoimume conta as células beta pancreáticas. Está incluída em 5 a 10% das patologias diabéticas e associada com alta freqüência de complicações agudas e crônicas, intervindo na qualidade e expectativa de vida dos pacientes.
20 a 30% dos pacientes com DM1 desenvolvem nefropatia diabética, evoluindo para doença renal terminal podendo necessitar futuramente de um transplante renal, resultando em altas taxas de mortalidade atingindo 26 a 44% dos pacientes.
Quanto maior o tempo de início do diabetes, maior a prevalência de retinopatia diabética. No DM1 essa prevalência chega a 98% dos pacientes com mais de 15 anos de evolução da doença. A neuropatia diabética ocorre em aproximadamente em 50% dos indivíduos com DM1 de longa duração relacionada com défict de controle glicêmico.
A cetoacidose diabética se mostrou uma complicação de emergência, sendo importante causa de morbidade com pior prognóstico nos extremos de idade. Ficou evidenciado que grande parte dos diabéticos podem desenvolver depressão chegando a afetar 48% dos indivíduos. Um estudo afirma que durante os 10 primeiros anos após se ter diagnosticado DM1 com idade de 20 anos, 48% dos pacientes desenvolveram algum tipo de distúrbio psíquico.
O transplante de ilhotas pancreáticas tem melhorado grandemente a qualidade de vida dos pacientes, fazendo com que haja a diminuição das crises hiperglicêmicas e as complicações freqüentes do DM. O uso da bomba de insulina também reduziu a dose de insulina. Essas medidas ainda estão em estudo para proporcionar um melhor prognóstico dos pacientes com DM1, não sendo administrada ainda na prática clínica diária, alem da complexidade e dos cuidado
20 a 30% dos pacientes com DM1 desenvolvem nefropatia diabética, evoluindo para doença renal terminal podendo necessitar futuramente de um transplante renal, resultando em altas taxas de mortalidade atingindo 26 a 44% dos pacientes.
Quanto maior o tempo de início do diabetes, maior a prevalência de retinopatia diabética. No DM1 essa prevalência chega a 98% dos pacientes com mais de 15 anos de evolução da doença. A neuropatia diabética ocorre em aproximadamente em 50% dos indivíduos com DM1 de longa duração relacionada com défict de controle glicêmico.
A cetoacidose diabética se mostrou uma complicação de emergência, sendo importante causa de morbidade com pior prognóstico nos extremos de idade. Ficou evidenciado que grande parte dos diabéticos podem desenvolver depressão chegando a afetar 48% dos indivíduos. Um estudo afirma que durante os 10 primeiros anos após se ter diagnosticado DM1 com idade de 20 anos, 48% dos pacientes desenvolveram algum tipo de distúrbio psíquico.
O transplante de ilhotas pancreáticas tem melhorado grandemente a qualidade de vida dos pacientes, fazendo com que haja a diminuição das crises hiperglicêmicas e as complicações freqüentes do DM. O uso da bomba de insulina também reduziu a dose de insulina. Essas medidas ainda estão em estudo para proporcionar um melhor prognóstico dos pacientes com DM1, não sendo administrada ainda na prática clínica diária, alem da complexidade e dos cuidado
«Estudo de um caso de hipertenção arterial, diabetes mellitus e enfisema pulmonar. ...» Extrato do trabalho
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21/11/2007
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A população mundial está aumentando, vivendo mais e levando uma vida mais ativa, ao mesmo tempo, as pessoas passaram a alimentar de forma pouco saudável e muito raramente fazer uma prática esportiva, além de manter hábitos que causam sérios danos á saúde como o tabagismo e o etilismo.
O Diabetes e a Hipertensão Arterial estão atingindo proporções epidêmicas em todo o mundo. A cada ano aumenta o número de pessoas diagnosticadas com estas patologias, que na maioria das vezes o tabagismo é um grande fator contribuinte para estes processos.
Segundo o IBGE (2005), estima-se que no Brasil 11% da população igual ou superior a 40 anos, o que representa 6 milhões de habitantes sejam diabéticos, e que em 2010 deve alcançar 10 milhões de brasileiros.
De acordo com o IBGE (2005), o BRASIL possui cerca de 17 milhões de hipertensos, sendo 35% da população de 40 anos ou mais e 4% das crianças e adolescentes. No BRASIL, o diabetes e a hipertensão arterial, são responsáveis pela primeira causa de mortalidade e de hospitalização, de amputações de membros inferiores e representa ainda 62% dos diagnósticos primários em pacientes com insuficiência renal crônica submetidos à diálise.
Todas essas repercussões geram um alto custo ao SUS, obrigando a planejar estratégias eficazes que atenda todas as necessidades dos indivíduos, e proporcionar uma melhor qualidade de vida a população.
O Diabetes e a Hipertensão Arterial estão atingindo proporções epidêmicas em todo o mundo. A cada ano aumenta o número de pessoas diagnosticadas com estas patologias, que na maioria das vezes o tabagismo é um grande fator contribuinte para estes processos.
Segundo o IBGE (2005), estima-se que no Brasil 11% da população igual ou superior a 40 anos, o que representa 6 milhões de habitantes sejam diabéticos, e que em 2010 deve alcançar 10 milhões de brasileiros.
De acordo com o IBGE (2005), o BRASIL possui cerca de 17 milhões de hipertensos, sendo 35% da população de 40 anos ou mais e 4% das crianças e adolescentes. No BRASIL, o diabetes e a hipertensão arterial, são responsáveis pela primeira causa de mortalidade e de hospitalização, de amputações de membros inferiores e representa ainda 62% dos diagnósticos primários em pacientes com insuficiência renal crônica submetidos à diálise.
Todas essas repercussões geram um alto custo ao SUS, obrigando a planejar estratégias eficazes que atenda todas as necessidades dos indivíduos, e proporcionar uma melhor qualidade de vida a população.
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