«Complicações agudas do diabetes mellitus. ...» Extrato do trabalho
R$9.95
medicina
estudo dirigido
trabalho publicado dia
09/10/2007
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : expert
consultado 155 vezes
Existem 2 principais complicações agudas do DM :
Cetoacidose diabética
Coma hiperosmolar não-cetótico
Distúrbio metabólico devido deficiência absoluta ou relativa de insulina, associado relativo ou absoluto glucagon
Marcos clínicos:
Acidose
Desidratação
Depleção hidroeletrolítica
Insulina Regular (IR), 0,3 a 0.1unidade/kg, EV (em bolo), inicialmente. A seguir 0,1 unid./kg/hora (infusão contínua ou IM*). Duplicar a dose em caso de resposta inadequada, após 2 horas de tratamento.
Quando o pH sangüíneo e/ou bicarbonato sérico normalizarem, passar a fazer IR por via SC, de 4/4 h, de acordo com glicemia capilar, mantendo-se a glicemia em torno de 200-250 mg/dl, por 12-24 h**:
Até 200 mg/dl = 0 unidade
201-250 mg/dl = 4-5 unidades
251-300 mg/dl = 8-10 unidades
> 300 md/dl = 12-15 unidades
Quando glicemia < 250 mg/dl, introduzir SG 5%.
Reintroduzir a insulina NPH quando o quadro se estabilizar e o paciente voltar a se alimentar.
«Abstract. Considerações gerais sobre o diabetes. Uma visão geral. Etiologia. Os custos. Complicações agudas do diabetes. A diabete e seus cuidados. ...» Extrato do trabalho
R$9.95
medicina
monografia
trabalho publicado dia
16/07/2007
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : expert
consultado 494 vezes
Como a pessoa poderia ter lido isto em um recente relatório do OMS, a diabetes é agora um problema do Terceiro mundo. O Relatório na Saúde do Mundo 1997, conclui que países em desenvolvimento sofrerão o impacto da epidemia de diabetes durante o século 21.
Segundo Berger (2004) a Diabetes mellitus descreve uma classe de doença caracterizada por hiperglicemia ou "aumento da taxa de glicose no sangue".
É uma doença crescente, especialmente nas populações urbanas.
Diabetes não é somente uma doença comum e de alto custo, mas também crônica e refratária ao tratamento. Os médicos que cuidam de diabéticos enfrentam recorrências frustrantes, tendo dificuldades de gerar entusiasmo nos pacientes, apesar dos riscos de longo prazo. É uma doença tratável e seus resultados são gratificantes.
Acidose diabética, hiperglicemia hiperosmolar não cetônica e hipoglicemia são algumas das emergências médicas que, na maioria das vezes, são evitáveis.Hiperglicemia crônica causa sintomas debilitantes. A polidipsia, poliúria e noctúria do diabetes podem tornar a vida miserável. Hiperglicemia afeta a visão. O diabetes mal controlado induz à fadiga, enfraquece as cicatrizes cirúrgicas e predispõe à infecções que vão desde intertrigo a mucormicose.
O diabetes pode ser desatroso na gravidez, aumentando o risco de má-formação, complicação neonatal e aumento de morbidade e mortalidade materna.
Finalmente, Berger (2004) explica que o diabetes crônico leva a inevitáveis complicações secundárias. Quando comparado a população o diabético tem 25 vezes mais possibilidade de se tornar cego, 17 vezes mais de ter insuficiência renal, 5 vezes mais de ter uma grangrena de extremidades e 2 vezes mais de ter uma doença cardíaca.
O diabetes já pode ser considerado uma epidemia. Em 1985 havia, em todo o mundo, 30 milhões de pessoas com diabetes, dez anos depois já eram 135 milhões. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que em 2.025 esta população seja maior que 300 milhões de pessoas.
No Brasil, de acordo com os dados publicados pelo Ministério da Saúde, a taxa de incidência do diabetes é de 7,60%, variando desde 5,2%, no Distrito Federal, até 9,66%, em São Paulo. São 12,5 milhões de diabéticos que incidem num custo de R$5 bilhões ao ano. A taxa média de mortalidade por diabetes é de 17,5 por 100.000 habitantes, sem contar com a mortalidade por outras doenças e agravadas pelo diabetes.
Segundo Berger (2004) a Diabetes mellitus descreve uma classe de doença caracterizada por hiperglicemia ou "aumento da taxa de glicose no sangue".
É uma doença crescente, especialmente nas populações urbanas.
Diabetes não é somente uma doença comum e de alto custo, mas também crônica e refratária ao tratamento. Os médicos que cuidam de diabéticos enfrentam recorrências frustrantes, tendo dificuldades de gerar entusiasmo nos pacientes, apesar dos riscos de longo prazo. É uma doença tratável e seus resultados são gratificantes.
Acidose diabética, hiperglicemia hiperosmolar não cetônica e hipoglicemia são algumas das emergências médicas que, na maioria das vezes, são evitáveis.Hiperglicemia crônica causa sintomas debilitantes. A polidipsia, poliúria e noctúria do diabetes podem tornar a vida miserável. Hiperglicemia afeta a visão. O diabetes mal controlado induz à fadiga, enfraquece as cicatrizes cirúrgicas e predispõe à infecções que vão desde intertrigo a mucormicose.
O diabetes pode ser desatroso na gravidez, aumentando o risco de má-formação, complicação neonatal e aumento de morbidade e mortalidade materna.
Finalmente, Berger (2004) explica que o diabetes crônico leva a inevitáveis complicações secundárias. Quando comparado a população o diabético tem 25 vezes mais possibilidade de se tornar cego, 17 vezes mais de ter insuficiência renal, 5 vezes mais de ter uma grangrena de extremidades e 2 vezes mais de ter uma doença cardíaca.
O diabetes já pode ser considerado uma epidemia. Em 1985 havia, em todo o mundo, 30 milhões de pessoas com diabetes, dez anos depois já eram 135 milhões. A Organização Mundial de Saúde (OMS) prevê que em 2.025 esta população seja maior que 300 milhões de pessoas.
No Brasil, de acordo com os dados publicados pelo Ministério da Saúde, a taxa de incidência do diabetes é de 7,60%, variando desde 5,2%, no Distrito Federal, até 9,66%, em São Paulo. São 12,5 milhões de diabéticos que incidem num custo de R$5 bilhões ao ano. A taxa média de mortalidade por diabetes é de 17,5 por 100.000 habitantes, sem contar com a mortalidade por outras doenças e agravadas pelo diabetes.
Sumário do trabalho
- Abstract
- Considerações gerais sobre o diabetes
- Uma visão geral
- Explicações sobre o diabete
- Epidemologia
- Etiologia
- Os custos
- Complicações agudas do diabetes
- A diabete e seus cuidados
- Programa municipal de S.José/PR de controle do diabetes
- Considerações
- Acompanhamento nos centros de saúde
- Controle de diabetes no IEDE
- Consequências do diabetes
- Material e método
- Resultados
«DIABETES MELLITUS TIPO 2 Resumo A glicose é uma substância que produz energia necessária para que os animais realizarem todas as suas atividades ...» Extrato do trabalho
R$9.95
medicina
artigo
trabalho publicado dia
01/02/2007
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : todo público
consultado 362 vezes
A glicose é uma substância que produz energia necessária para que os animais realizarem todas as suas atividades metabólicas ou diárias requeridas por ele. Para que a glicose seja inserida à célula ela precisa da ajuda da insulina, um hormônio produzido pelo pâncreas que impede que a glicose se acumule no sangue. A ausência da insulina ou a sua ineficácia causa uma enfermidade muita conhecida e freqüente chamada diabetes. O diabetes pode ter origem genética e hereditária, na qual é chamado de diabetes mellitus insulino dependente (DMID), ou seja tipo I; já o diabetes causado por obesidade e sedentarismo é chamado de diabetes mellitus não insulino dependente (DMNID) ou tipo II. Também é freqüente o diabetes recorrente da gestação chamado de diabetes gestacional, na qual ocorre devido a grande sobrecarga do pâncreas na produção de glicose para o suprimento tanto da mãe quanto da criança. Existe também uma enfermidade relacionada ao metabolismo da glicose inversa ao diabetes chamada hipoglicemia que se trata de um relevante queda desse nutriente na corrente sanguínea decorrente de uma falha no seu sistema de controle. O tratamento é basicamente à base de insulina, exercícios físicos freqüentes e alimentação adequada. A cura ainda está sendo pesquisada. Há pesquisas quanto às possibilidades de um transplante de pâncreas nos casos mais graves. Entretanto os maiores investimentos estão sendo feitos somente em equipamentos medidores das taxas sanguíneas de glicose.
«Lipídios. A hipertensão arterial. A aterosclerose. Diabetes. Dislipidemias. Esteatose hepática. Doenças causadas por lipídeos ...» Extrato do trabalho
R$4.95
biologia
estudo
trabalho publicado dia
26/08/2006
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : todo público
consultado 275 vezes
Um termo genérico para gorduras e lipóides, os constituintes de protoplasma solúveis em álcool e éter, os quais são insolúveis em água. Compreendem as gorduras, óleos graxos, óleos essenciais, ceras, esteróis, fosfolipídeos, glicolipídeos, sulfolipídeos, aminolipídeos, cromolipídeos (lipocromas), e ácidos graxos
Estudos recentes sugerem que a variação da distribuição anatômica da gordura corporal é importante indicador morfológico relacionado com complicações endócrinas e metabólicas predisponentes ao aparecimento e desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Indivíduos com essa disposição centrípeta da gordura corporal tendem a apresentar maior incidência de diabetes , hipertensão e alterações desfavoráveis no perfil das lipoproteínas plasmáticas...
Estudos recentes sugerem que a variação da distribuição anatômica da gordura corporal é importante indicador morfológico relacionado com complicações endócrinas e metabólicas predisponentes ao aparecimento e desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Indivíduos com essa disposição centrípeta da gordura corporal tendem a apresentar maior incidência de diabetes , hipertensão e alterações desfavoráveis no perfil das lipoproteínas plasmáticas...
Sumário do trabalho
- Lipídios
- A hipertensão arterial
- A aterosclerose
- Diabetes
- Dislipidemias
- Esteatose hepática
« DIAGNOSTICO DIFERENCIAL: a. Diabetes mellitus b. Gestac,ao prolongada c. Obesidade Outros diagnosticos a ser considerados: a. Polidramnio b. Distocia do ombro c ...» Extrato do trabalho
R$6.95
medicina
estudo
trabalho publicado dia
26/02/2008
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : expert
consultado 45 vezes
O QUE E MACROSSOMIA? DEFINIÇÃO:
O termo macrossomia e usado para caracterizar um neo-nato com excesso de peso.
Certo que, praticamente, o diagnostico de macrossomia e de tipo retroativo, porque ele pode ser confirmado somente depois o parto.
Uma taxa de mais de 10% dos partos evolui com feto macrossômico.
QUANDO UM FETO E MACROSSOMICO ?
A macrossomia foi definida com vários parâmetros. Como definir e uma problema. Depende de situação:
Caso que o feto esta a termo, definimos um feto macrossômico como um feto sendo acima de 4000-4500 g.
Caso que o feto e prematuro, então o processo e mais difícil. Vai ter que estabelecer o peso ideal, depois corrigir pela idade gestacional, sexo e raça. Depois, vamos pesar o feto para saber o peso real. Se o peso real for MAIOR QUE 90% desse peso ideal corrigido, então o feto e macrossomo.
O termo macrossomia e usado para caracterizar um neo-nato com excesso de peso.
Certo que, praticamente, o diagnostico de macrossomia e de tipo retroativo, porque ele pode ser confirmado somente depois o parto.
Uma taxa de mais de 10% dos partos evolui com feto macrossômico.
QUANDO UM FETO E MACROSSOMICO ?
A macrossomia foi definida com vários parâmetros. Como definir e uma problema. Depende de situação:
Caso que o feto esta a termo, definimos um feto macrossômico como um feto sendo acima de 4000-4500 g.
Caso que o feto e prematuro, então o processo e mais difícil. Vai ter que estabelecer o peso ideal, depois corrigir pela idade gestacional, sexo e raça. Depois, vamos pesar o feto para saber o peso real. Se o peso real for MAIOR QUE 90% desse peso ideal corrigido, então o feto e macrossomo.
« ligada à disfunção do endotélio vascular * Resistência à ação da insulina, que pode ser um fator comum ligando a hipertensão, diabetes melito do tipo 2 ...» Extrato do trabalho
R$9.95
enfermagem
estudo
trabalho publicado dia
13/10/2006
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : avançado
consultado 576 vezes
Oficialmente, a hipertensão é definida como uma pressão arterial sistólica superior a 140mmHg e uma pressão diastólica maior que 90mmHg durante um período sustentado.
O diagnóstico de hipertensão deve basear-se na média de duas ou mis mensurações da pressão arterial, obtida em dois ou mias contatos como o profissional de saúde, depois de uma avaliação inicial.
A hipertensão é por vezes chamada de o assassino silencioso, porque as pessoas que a têm mostram-se, com freqüência, isentas de sintomas. No mais recente estudo nacional (1991 a 1994), um total de 32% das pessoas que portavam pressão superior a 140/90mmHg não estavam cientes de uma elevação da pressão arterial. Uma vez identificada à pressão arterial elevada deve ser monitorizada a intervalos regulares, porque a hipertensão é uma condição para o resto da vida.
A hipertensão pode ser vista como três entidades: um sinal, um fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica e uma doença. Como um sinal, os profissionais de saúde usam a pressão arterial para monitorizar o estado clínico do paciente; uma pressão elevada pode indicar uma dose excessiva de medicação vasodilatadora ou outros problemas. Como um fator de risco, a hipertensão contribui pra a velocidade co que a placa aterosclerótica se acumula dentro das paredes vasculares. Quando considerada com uma doença, a hipertensão é um importante contribuinte para a morte por doença cardíaca, renal e vascular periférica.
A elevação prolongada da pressão arterial lesiona, eventualmente, os vasos sanguíneos por todo o corpo, principalmente nos órgãos-alvo, como coração, rins, cérebro e olhos. Dessa maneira, as conseqüências usuais da hipertensão prolongada e descontrolada são o infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidentes vasculares cerebrais e comprometimento visual. Além disso, o ventrículo esquerdo do coração torna-se aumentado, à medida que ele trabalha pra bombear o sangue contra a pressão elevada.
Os fatores de risco para hipertensão são: idade avançada, histórico familiar, peso corporal excessivo, estilo de vida sedentário, ingesta aumentada de sódio.
Embora a etiologia exata para a maioria dos casos de hipertensão não possam ser identificada, compreende-se que a hipertensão é uma condição multifatorial. Como a hipertensão é um sinal, é mais provável que ela possua muitas causas, exatamente como a febre apresenta muitas causas. Para que a hipertensão ocorra, deve haver uma alteração em um dos fatores na equação de pressão arterial: resistência periférica ou débito cardíaco. Para que a hipertensão aconteça, deve haver um problema com os sistemas de controle que monitorizam ou regulam a pressão, além de uma ou mais alterações nos fatores na equação da pressão arterial. Mutações em genes isolados foram identificadas para alguns tipos muito raros de hipertensão, porém acredita-se que a maioria dos tipos de pressão arterial elevada seja poligênica.
Diversas hipóteses sobre as bases fisiopatológicas da pressão arterial elevada estão associadas ao conceito de hipertensão como uma condição multifatorial. Diante da superposição entre essas hipóteses, é provável que os aspectos de todas elas se mostrem, eventualmente, corretos
O diagnóstico de hipertensão deve basear-se na média de duas ou mis mensurações da pressão arterial, obtida em dois ou mias contatos como o profissional de saúde, depois de uma avaliação inicial.
A hipertensão é por vezes chamada de o assassino silencioso, porque as pessoas que a têm mostram-se, com freqüência, isentas de sintomas. No mais recente estudo nacional (1991 a 1994), um total de 32% das pessoas que portavam pressão superior a 140/90mmHg não estavam cientes de uma elevação da pressão arterial. Uma vez identificada à pressão arterial elevada deve ser monitorizada a intervalos regulares, porque a hipertensão é uma condição para o resto da vida.
A hipertensão pode ser vista como três entidades: um sinal, um fator de risco para doença cardiovascular aterosclerótica e uma doença. Como um sinal, os profissionais de saúde usam a pressão arterial para monitorizar o estado clínico do paciente; uma pressão elevada pode indicar uma dose excessiva de medicação vasodilatadora ou outros problemas. Como um fator de risco, a hipertensão contribui pra a velocidade co que a placa aterosclerótica se acumula dentro das paredes vasculares. Quando considerada com uma doença, a hipertensão é um importante contribuinte para a morte por doença cardíaca, renal e vascular periférica.
A elevação prolongada da pressão arterial lesiona, eventualmente, os vasos sanguíneos por todo o corpo, principalmente nos órgãos-alvo, como coração, rins, cérebro e olhos. Dessa maneira, as conseqüências usuais da hipertensão prolongada e descontrolada são o infarto do miocárdio, insuficiência cardíaca, insuficiência renal, acidentes vasculares cerebrais e comprometimento visual. Além disso, o ventrículo esquerdo do coração torna-se aumentado, à medida que ele trabalha pra bombear o sangue contra a pressão elevada.
Os fatores de risco para hipertensão são: idade avançada, histórico familiar, peso corporal excessivo, estilo de vida sedentário, ingesta aumentada de sódio.
Embora a etiologia exata para a maioria dos casos de hipertensão não possam ser identificada, compreende-se que a hipertensão é uma condição multifatorial. Como a hipertensão é um sinal, é mais provável que ela possua muitas causas, exatamente como a febre apresenta muitas causas. Para que a hipertensão ocorra, deve haver uma alteração em um dos fatores na equação de pressão arterial: resistência periférica ou débito cardíaco. Para que a hipertensão aconteça, deve haver um problema com os sistemas de controle que monitorizam ou regulam a pressão, além de uma ou mais alterações nos fatores na equação da pressão arterial. Mutações em genes isolados foram identificadas para alguns tipos muito raros de hipertensão, porém acredita-se que a maioria dos tipos de pressão arterial elevada seja poligênica.
Diversas hipóteses sobre as bases fisiopatológicas da pressão arterial elevada estão associadas ao conceito de hipertensão como uma condição multifatorial. Diante da superposição entre essas hipóteses, é provável que os aspectos de todas elas se mostrem, eventualmente, corretos
Sumário do trabalho
- Tratamento
- Fatores de risco maiores
- Lesão em órgãos-alvo ou doenças cardiovasculares
- Classificação em grupos, de acordo com o fator de risco individual
- Crise hipertensiva
- Características clínicas
- Princípios gerais do tratamento
- Insuficiência cardiaca congestiva
Advanced glycation endproducts (AGE) formation by glyceraldehyde with human serum albumin and human fibrinogen
« ABSTRACT Glycation and accumulation of advanced glycation endproducts (AGE) contribute to protein modification during normal aging and diabetes. ...» Extrato do trabalho
R$8.95
enfermagem
estudo
trabalho publicado dia
22/11/2007
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : expert
consultado 9 vezes
Glycation and accumulation of advanced glycation endproducts (AGE) contribute to protein modification during normal aging and diabetes. Besides glucose and fructose, metabolites from both metabolic pathways are able to cause chemical modifications in tissue proteins. In the present sudy, human fibrinogen (hFib) and human serum albumin (hSA) were glycated in vitro with glyceraldehyde (GA) under physiological conditions. Structural and conformational changes of both proteins are observed in less than 24 hours. AGE formation was monitored by UV-visible and fluorescence spectroscopy. Fluorescence of native proteins at 342 nm (excitation 290 nm) decreases significantly with glycation time with a corresponding appearance of a new fluorescence peak at around 420 nm (excitation 340 nm) and at 440 nm (excitation 370 nm). In the UV spectrum, the endogenous protein peak increased with glycation and broadened when compared with non- glycated controls. Higher molecular weight bands in SDS-PAGE were observed after 2 hours incubation, suggesting protein crosslinking. The rate of AGE formation with the triose GA was estimated to increase 5,000 fold compared to glucose. Pseudo-first order rate constants for the decreasing of the tryptophane fluorescence peak and for the appearance of new fluorophore in solution were determined for the reaction of GA with hFib and hSA separately. This is the first report of comparison of GA glycation and AGE formation with hFib and hSA.
Review of methods for age analysis and evaluation of nonenzymatic sugar modification of proteins peptides and amino acids
« vivo. These products accumulate in long-lived extracellular matrix proteins during normal aging, diabetes and renal diseases. Despite ...» Extrato do trabalho
R$9.95
enfermagem
fichamento
trabalho publicado dia
22/11/2007
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : expert
consultado 12 vezes
The network of chemical modifications initiated by the reaction of reducing sugars with compounds bearing an amino group, like proteins, leads to complex changes that have been studied in different biological systems. The process is also called the Maillard reaction in honor of Louis-Camille Maillard who first reported the formation of yellow-brown products on heating mixtures of amino acids and sugars (Maillard, 1912).
The reaction is initiated by the condensation of the sugar carbonyl group with free amino groups of amino acids and proteins. In the first step, the carbonyl group of the sugar attaches to a primary amino group to reversibly form a Schiff base. The Schiff base then slowly undergoes an Amadori rearrangement to form a more stable compound. From that point, a sequence of events that involves dehydration, cyclization, oxidation, and many additional rearrangement reactions to produce a group of compounds collectively called Maillard Reaction Products (MRP) or Advanced glycation endproducts (AGE) (Fig.1).
The reaction is initiated by the condensation of the sugar carbonyl group with free amino groups of amino acids and proteins. In the first step, the carbonyl group of the sugar attaches to a primary amino group to reversibly form a Schiff base. The Schiff base then slowly undergoes an Amadori rearrangement to form a more stable compound. From that point, a sequence of events that involves dehydration, cyclization, oxidation, and many additional rearrangement reactions to produce a group of compounds collectively called Maillard Reaction Products (MRP) or Advanced glycation endproducts (AGE) (Fig.1).
« Ocorre uma tendencia ao aparecimento de varias doenc,as que afetarao a proxima fase, entre elas, hipertensao, diabetes, cancer, arteriosclerose (levando a ...» Extrato do trabalho
R$9.95
educação física
monografia
trabalho publicado dia
23/07/2007
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : expert
consultado 431 vezes
A monografia apresentada tratou da Dança na Terceira Idade onde abordou-se como questão apresenta-se: Será que a dança como atividade física proporciona ao idoso algum benefício físico, sócio-afetivo e cognitivo? Teve como objetivo geral procurar uma maior responsabilidade e troca de conhecimentos e experiências nas "atividades dançantes" realizadas com os indivíduos da terceira Idade para enriquecer e ampliar possibilidades dentro da cultura corporal de movimento dando uma maior satisfação e prazer para os mesmos. E, como objetivos específicos conhecer os benefícios que as pessoas idosas, de ambos os sexos, podem adquirir na dança de salão como atividade física; conscientizar os participantes das aulas de dança de salão e a importância da mesma como uma atividade física que beneficia os domínios motores, cognitivos e sócio-afetivo; entender como enfrentar o envelhecimento de modo consciente; assinalar como o indivíduo de terceira idade deve-se livrar dos preconceitos; como fazer para que o idoso busque saúde e prazer dançando; analisar como o idoso deve agir a fim de viver mais intensamente possível, dentro de suas possibilidades e limitações biológicas, longe de excessos. Conclui-se que com um programa participativo e conjunto, estreita e enriquece laços afetivos da relação professor-aluno e que, a dança pode-se considerar uma atividade, aliada à saúde e bem-estar das pessoas de terceira Idade.
Sumário do trabalho
- Revisão de literatura
- Terceira idade
- Atividade física
- Dança de salão
- Dança na terceira idade
- Solidão na terceira idade
- Como trabalhar com os idosos
- Cuidados a serem tomados nas atividades físicas
- Algumas diferenças entre o idoso sedentário e o ativo
- Dança
- Conclusão
« ao morbida caracterizada por excesso de peso corporeo `a custa do acumulo adiposo e esta associada a varias patologias, como: diabetes, cardiopatias, problemas ...» Extrato do trabalho
R$7.95
educação física
estudo
trabalho publicado dia
18/03/2008
Avaliação : ainda não avaliado
Em que ano se encontra : avançado
consultado 114 vezes
Atualmente, todo o esforço do homem em desenvolver novas tecnologias nos mais diversos campos científicos, em busca de uma satisfação homogênea do mercado consumidor crescente e exigente, tem trazido conseqüências danosas à sociedade moderna. Esta se depara com uma realidade em constantes modificações, isto é, a Globalização e o Capitalismo intrínseco na política mundial, ditados pelos países desenvolvidos, em especial, os Estados Unidos, que projetam um número cada vez maior de indivíduos acima de seu peso ideal. Tudo isso deve-se principalmente a procura dos mais distintos tipos de fast food (lanchonetes de comida rápida), em razão do pouco tempo destinado às refeições diárias, devido ao corre-corre do trabalho, que ocasiona um desequilíbrio alimentar, ou seja, uma dieta rica em calorias, gordura saturada e deficiente em nutrientes essenciais (vitaminas e minerais) para manter a normalidade funcional do organismo. Contudo, torna-se óbvio a existência de outros fatores (modificáveis e não-modificáveis) importantes que estão diretamente contextualizados neste cenário, como: obesidade infantil, sedentarismo, hereditariedade, entre outros.
Arquivado por
Assunto :
Tipo :
Extensão :
idioma :
Tamanho :
